Neste domingo (7), milhares de pessoas foram às ruas em diversas cidades brasileiras para protestar contra o aumento dos casos de feminicídio. As manifestações ocorreram em ao menos 20 estados e no Distrito Federal, motivadas pela série de crimes registrados em 2025, que já ultrapassam a marca de mil ocorrências.
Os atos reuniram participantes em locais simbólicos como a Avenida Paulista (São Paulo), Copacabana (Rio de Janeiro), Torre de TV (Brasília), Ponte Hercílio Luz (Florianópolis), Praça Raul Soares (Belo Horizonte), Busto de Tamandaré (João Pessoa), Rua da Aurora (Recife), Praça Pedro II e Avenida São Sebastião (Piauí) e Estação Cultura (Campinas).
Grupos caminharam com faixas e cartazes denunciando a escalada da violência.
Homenagens emocionaram ao lembrar vítimas recentes de feminicídio.
Casos de grande repercussão nacional foram citados como símbolos da urgência de medidas efetivas.
As manifestações integraram a campanha nacional “Mulheres Vivas”, que busca:
Ampliar o debate sobre segurança das mulheres.
Denunciar a impunidade nos crimes de gênero.
Exigir políticas públicas de prevenção e responsabilização.
A mobilização reforça a pressão sobre autoridades para:
Investir em programas de proteção às mulheres em situação de risco.
Fortalecer delegacias especializadas e redes de acolhimento.
Garantir punições mais rápidas e efetivas para agressores.