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Bahia Saúde

Parceria do Hospital Metropolitano atrai interesse do Hospital Albert Einstein

O Hospital Metropolitano, que já está com as obras físicas concluídas, vai ser a quarta parceria público-privada na área da saúde

07/01/2021 19h24
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Por: Redação Fonte: BNotícias
Divulgação/ Sesab
Divulgação/ Sesab

Uma delegação do Hospital Israelita Albert Einstein chefiada pelo vice-presidente, Eduardo Zlotnik, e pelo diretor-superintendente, Guilherme Schettino, inspecionou o Hospital Metropolitano, localizado em Lauro de Freitas, nesta quinta-feira (7) ao lado do secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas.

 

O Hospital Metropolitano, que já está com as obras físicas concluídas, vai ser a quarta parceria público-privada na área da saúde. O leilão da unidade está previsto para o final do mês de janeiro na Bolsa de Valores de São Paulo.

 

“O Metropolitano é um hospital que tem uma construção com áreas bem estruturadas. Já temos expertise em trabalhar com alta complexidade e percebemos que temos diversos pontos que podemos explorar e trabalhar em conjunto”, analisou o vice-presidente do Albert Einstein, Eduardo Zlotnik.
     

Vilas-Boas anunciou que o hospital será referência em transplante de fígado. Segundo o secretário, a unidade tem 265 leitos mas será ampliada pelo parceiro privado para 330 leitos, 75 deles de UTI. "A qualidade na construção tem possibilitado atrair hospitais de excelência para sua gestão”, afirmou, prevendo o início da operação para abril.

 

“Estamos em fase de consulta pública, recebendo propostas para que no final do mês possamos fazer a licitação da gestão da PPP que irá ampliar e gerir o Metropolitano”, explicou o secretário.

 

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), a unidade recebeu investimentos de mais de R$ 173 milhões. O hospital é considerado de grande porte, com 27.900 metros quadrados de área construída e seis pavimentos. A unidade será referência em casos de urgência e emergência, trauma (particularmente o trauma raquimedular), acidente vascular cerebral (AVC), neurologia e medicina nuclear, além de ter dez salas de cirurgia.

 

Um dos setores apresentados como destaque pelo governo é a área de alta complexidade em cardiologia e neurovascular, com uma Unidade de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral (UAVC), para atender pacientes na fase aguda, com oferta de tratamento trombolítico e angioplastia.

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