No dia Nacional da Alfabetização, Mata de São João reflete sobre o trabalho da Prefeitura, por meio da Secretaria de Educação (SEDUC), colaborando significativamente com o desenvolvimento das crianças que estudam na rede municipal. Ao longo dos últimos anos, a partir de diversas ações, o município tem cumprindo a missão de alfabetizar na idade certa, entregando aos estudantes um mundo de oportunidades. Um dos programas utilizados para promover e monitorar os resultados é o Educar Pra Valer, desenvolvido pela Associação Bem Comum, com o apoio da Fundação Lemman.
Com este programa que tem como objetivo alfabetizar o estudante até o final do 2º ano, são muitos os esforços empreendidos para um cenário cada vez mais animador. Os profissionais - professores e gestores - são preparados com formações, os alunos estão cada vez mais envolvidos neste cenário e avaliações externas de leituras respaldam os resultados alcançados.
Entusiasta do processo de alfabetização, o Secretário de Educação, Alex Carvalho, enaltece a rotina da equipe para estímulo constante da leitura com as crianças. "É um trabalho conjunto que nos deixa felizes. Trabalhamos uma rotina de aulas estruturadas, onde a leitura é trabalhada diariamente", enfatiza.
A professora Gildenilda Ramos, que atua na Escola Maria Odília Vasconcelos, reflete sobre as boas práticas na educação que têm ajudado Mata de São João a índices de destaque. "O Processo de alfabetização começa no primeiro ano do ensino fundamental e é importante que o aluno chegue aos sete anos de idade alfabetizado para ter melhores condições de vida. Se não houver o processo de alfabetização na idade certa, pode comprometer as próximas etapas do conhecimento e até o desenvolvimento cidadão", afirma.
O professor Ailton Brunelli, de educação física, destaca a importância da alfabetização corporal, que reflete no letramento, afinal, corpo são, mente sã. "A alfabetização corporal se dá com as crianças através de práticas lúdicas, quando todo repertório motor vai ser estimulado, refletindo no letramento. Estamos falando então de mais concentração, capacidade de imaginar e fazer conexões. De fato, são práticas corporais, refletindo no cognitivo", avalia.
Uma criança alfabetizada consegue ver o mundo de maneira mais ampla. Escrevendo e lendo bem, é possível interpretar os acontecimentos ao redor e desenvolver senso crítico. "É um hábito que nasce na escola, mas precisa ser estimulado também em casa pela família", conclui o secretário de educação, Alex.