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Saúde Ética

Sesab instaura sindicância para apurar suposto abuso sexual de médico

A sindicância tem prazo de 30 dias úteis, podendo ser prorrogado por igual período, caso seja imperioso para a conclusão dos trabalhos

28/01/2022 às 15h59 Atualizada em 28/01/2022 às 16h13
Por: Redação Fonte: Metro 1
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Divulgação
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Após denúncia de uma paciente do Centro Estadual de Oncologia (Cican), que acusou um ginecologista de abuso sexual durante uma consulta, na última terça-feira (18), a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) informou nessa sexta-feira (28) que criou uma sindicância para apurar o suposto crime.

A sindicância tem prazo de 30 dias úteis, podendo ser prorrogado por igual período, caso seja imperioso para a conclusão dos trabalhos. 

Segundo a vitima, ela teria se consultado pela primeira vez com o médico para realizar o exame transvaginal.

“Ela se encontra de férias, aí eu fui marcada pra outro médico me atender. O procedimento de início foi tranquilo, perguntou se eu estava fazendo uso de algum medicamento, se eu tinha tido relação sexual três dias antes da consulta, eu disse que não, ele olhou meu resultado de exame e disse que estava normal”, relembrou.

No entanto, após terminar todos os procedimentos, o médico teria informado a paciente que iria fazer outro exame.Ele então teria alisado a coxa da paciente e introduzido os dedos na região íntima de Elisângela, causando dor e desconforto. “Eu pedi para ele parar e ele insistiu três vezes, só parou na terceira vez", contou.

 

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