Domingo, 05 de Julho de 2026
21°

Tempo nublado

Mata de São João, BA

Dólar
R$ 5,17
Euro
R$ 5,91
Peso Arg.
R$ 0,00
Cultura Parada

São Paulo sedia 5ª Marcha do Orgulho Trans nesta sexta

Quem abre o evento é o DJ Ben, artista multimídia futurista que trabalha com experimentações sonoras, intervenções eletrônicas e pegadas de nu jazz, nu soul e brega funk

16/06/2022 às 17h45
Por: Redação Fonte: Agencia Brasil
Compartilhe:
Rovena Rosa / Agência Brasil
Rovena Rosa / Agência Brasil

A capital paulista sedia nesta sexta-feira (17) a 5ª Marcha do Orgulho Trans de São Paulo. O evento será no Largo do Arouche, local histórico do movimento LGBTQIA+ na cidade, a partir das 11h30. São 19 atrações, com shows, DJs e apresentações gratuitas até as 21h.

Quem abre o evento é o DJ Ben, artista multimídia futurista que trabalha com experimentações sonoras, intervenções eletrônicas e pegadas de nu jazz, nu soul e brega funk. O artista já se apresentou Marseille (França) para concertos em comemoração ao ano do Brasil na França.

Em seguida entra Fanfarras Obscênicas, formada exclusivamente por mulheres que tocam músicas que foram compostas por mulheres ou que ficaram famosas na voz delas. Totalmente acústicas, elas usam os instrumentos de sopro e percussão para mostrar que o lugar da mulher é na música e onde ela quiser. Com um repertório eclético, elas tocam de Elza Soares a Gretchen, de Britney Spears a Cyndi Lauper, colocando todo mundo pra cantar e dançar junto.

Entre as atrações internacionais estão Angelica Ross, às 19h25. Angélica Ross é uma mulher transgênero, defensora do direitos trans e atriz nos programas de TV American Horror Story, e da série Candy Ferocity. A série fez história na televisão, apresentando o maior elenco de pessoas atuantes transgêneros na história da TV. Ross também é empreendedora, fundou a TransTech Social Enterprises para educar, empregar e capacitar a comunidade trans através do uso da tecnologia.

Logo após se apresenta Majur. Mulher trans, ela é apontada como a nova geração da cena musical brasileira. A baiana traz diversidade em seu trabalho e canta o amor com o suingue do afro-pop celebrando os encontros. É o caso de Ojunifé, seu primeiro disco de estúdio, lançado em 12 de maio de 2021.

 
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Ele1 - Criar site de notícias