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Segurança Manifestação

Servidores da segurança pública suspendem ocupação da AL-BA

Servidores aprovam adesão à "Plenária Unificada" que vai ocorrer nesta terça-feira (9)

08/05/2023 às 16h10
Por: Redação Fonte: Bruno Brito - Muita Informação
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Divulgação/Sindpoc
Divulgação/Sindpoc

Os servidores da segurança pública suspenderam, nesta segunda-feira (8), a ocupação que seria realizada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc), Eustácio Lopes, a suspensão ocorreu após um pedido do presidente da AL-BA, o deputado estadual Adolfo Menezes (PSD).

Após a decisão, os servidores decidiram aderir à "Plenária Unificada", que será realizada por todas as categorias do funcionalismo público baiano, nesta terça-feira (9), a partir das 9h, na sede da Associação dos Funcionários Públicos (AFPEB), na Carlos Gomes.

Os policiais pedem ao governador que abra uma mesa de negociação para tratar das demandas específicas da Segurança Pública. "Estaremos amanhã na Plenária Unificada para avaliarmos quais serão os nossos próximos passos. Não vamos aceitar o reajuste de 4% sem a reposição das perdas salariais", ressaltou Eustácio Lopes.

Na ocasião, professores das redes estadual e municipal, servidores do Ministério Público, do poder judiciário, da saúde, docentes das universidades estaduais, policiais civis, penais, militares, bombeiros, participarão da "Plenária Unificada".

O objetivo da plenário é deliberar as próximas ações e "calendário de luta" em repúdio ao anúncio feito pelo Governo do Estado de conceder reajuste linear de "apenas 4%". Os sindicatos e federações que representam o funcionalismo público pedem ao governador Jerônimo reajuste a partir de 9%, com retroativo a janeiro, proposto, inclusive, pelo presidente Lula. 

O investigador e coordenador-geral da Federação dos Trabalhadores Públicos da Bahia (Fetrab), Kleber Rosa, frisou que o governo do Estado precisa seguir o direcionamento politico proposto pelo governo Lula de reajuste linear a partir de 9% com a reposição das perdas salariais de 53,3% .

"O governo apresentou a proposta de reajuste sem nenhum tipo de diálogo com os servidores, sem negociação com as categorias. A nossa luta é por direitos e por valorização do serviço público que é fundamental para a sociedade civil. Nossa Plenária Unificada de amanhã vai traçar os próximos passos da nossa luta, que é de caráter coletivo, e que representa todos os funcionários públicos do nosso Estado", assegurou Kleber Rosa.

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